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Americanos em Havana apoiam Cuba e rejeitam o bloqueio

por Irene Fait
Estadounidenses en La Habana apoyan solidaridad y rechazo al bloqueo

Sindicalistas e ativistas americanos em visita a Cuba expressaram, em Havana, sua rejeição ao bloqueio imposto pelo seu governo contra a nação caribenha.

Em declarações exclusivas à Prensa Latina, explicaram que estão em Havana para participar do Programa de Estágio Sindical Internacional e das atividades do Dia do Trabalhador (1º de Maio), e, sobretudo, para aprender mais sobre a ilha e intensificar as ações em apoio a Cuba.

Mark Friedman, fundador e um dos coordenadores do Comitê Hands Off Cuba (Mãos fora de Cuba) em Los Angeles, com grupos filiados em outras cidades americanas, confessou que “tem Cuba no sangue”, não apenas como socialista, mas também como ativista desde os 17 anos em diversos sindicatos, como o da indústria automobilística, siderúrgica e outros.

Falou que era importante avaliar quais ações tomar para defender Cuba contra o bloqueio ao retornar aos Estados Unidos. Mencionou iniciativas como manifestações e protestos, além de trabalho educativo em universidades e sindicatos para disseminar a verdade sobre Cuba.

A este respeito, lembrou a aprovação, pela Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais (AFL-CIO) da Califórnia, que representa 2,3 milhões de membros, de uma resolução contra o bloqueio e contra a inclusão de Cuba na lista de Estados Patrocinadores do Terrorismo.

Da mesma forma, comentou que a atual delegação inclui trabalhadores da Amazon, membros do sindicato dos estivadores e outros que contribuirão para o forte apoio a Cuba, que já arrecada mais de US$ 10.000 anualmente.

O comitê envia contêineres de suprimentos médicos a cada quatro meses. Além disso, em cada visita a Havana, trazem suprimentos, por exemplo, destinados ao Hospital Calixto García, que visitarão desta vez em 30 de abril.

Da mesma forma, Justin Uribe, do Comitê Mãos Fora de Cuba e segundo vice-presidente da Federação de Trabalhadores Classificados de Hawthorne (HFCE), na Califórnia, explicou que veio demonstrar solidariedade aos trabalhadores cubanos e a todo o povo cubano, e para pedir o fim do bloqueio ilegal.

O povo cubano precisa de mais solidariedade do povo americano. As atividades não terminarão quando retornarem ao seu país; elas só serão concluídas quando o bloqueio cessar, afirmou Uribe.

Há pessoas que desconhecem a realidade em Cuba; elas só sabem o que o governo americano diz estar fazendo por sua segurança, alegando que Cuba representa uma ameaça, mas isso não é verdade. Existe um outro mundo em Cuba, acrescentou.

Friedman, um dos organizadores da viagem, considera a delegação muito grande e diversa, composta por representantes de nove sindicatos, líderes e ativistas.

Fonte: Prensa Latina

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