O ministério das Relações Exteriores da China confirmou a visita do presidente dos EUA, Donald Trump de 13 a 15 de maio a essa nação.
A Casa Branca já tinha anunciado a data, mas Pequim ainda não havia confirmado a agenda, medida cautelosa em meio a um ambiente internacional turbulento e complexo, especialmente porque Washington já havia adiado uma vez esta visita, inicialmente agendada para abril passado.
Em pauta, a estabilização das relações bilaterais, uma trégua comercial, aumentos tarifários e as visões de cada país sobre a politização da economia.
Outros temas-chave incluem Taiwan, considerado por Pequim o maior fator de risco nas relações bilaterais, a situação no Oriente Médio e a guerra contra o Irã.
Diversos especialistas preveem que questões relacionadas à América Latina e ao Caribe serão abordadas, dada a política agressiva dos EUA nessa região.
Washington está focado em “eliminar” a suposta ameaça que a presença da China representa para sua segurança nacional.
Esta será a primeira visita de um presidente dos EUA à China em quase nove anos e ocorre em um momento de crescentes tensões entre os dois países.
A agenda coincide com o frágil cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã e com o bloqueio do estreito de Ormuz, que está aumentando os custos de energia e prejudica a economia global.
Fonte: Prensa Latina
