Casa TodosSolidariedade com CubaA flotilha Rumo a Cuba parte da Espanha

A flotilha Rumo a Cuba parte da Espanha

por Irene Fait

A flotilha “Rumo a Cuba” zarpou de Barcelona rumo a Cuba transportando equipamentos fotovoltaicos destinados ao Hospital Pediátrico Juan Manuel Márquez.

A embarcação também traz medicamentos e alimentos. A iniciativa é liderada pela ONG Open Arms (Braços Abertos) e envolve mais de 20 organizações sociais e políticas, incluindo Ecologistas em Ação, Associação Amal Esperanza, Podemos, Esquerda Unida, Compromís, Comuns e Bildu, entre outras.

Antes de cruzar o Atlântico rumo a Havana, a embarcação Astral, da Open Arms, fará escalas em Valência no dia 13 de maio, Málaga no dia 19 de maio, Cádiz no dia 22 de maio e Las Palmas de Gran Canaria no dia 28 de maio.

Em cada parada, diversas personalidades conhecidas embarcarão para apoiar a iniciativa, incluindo figuras da cultura, autoridades públicas e influenciadores.

A missão terá duração aproximada de um mês de navegação, com etapas entre os dias 13 e 28 de maio, segundo estimativas dos organizadores.

Em declarações à imprensa, o diretor da Open Arms, Óscar Camps, ao avaliar a dinâmica das emergências em diferentes contextos, destacou a presença das brigadas médicas cubanas.

“São profissionais que fazem parte de uma longa tradição de solidariedade internacional, presentes em situações extremamente exigentes e com uma continuidade que não depende da atenção da mídia; e essa presença constante fez toda a diferença em muitos contextos”, observou.

Camps enfatizou que chegou a hora de retribuir essa prática com ações e “oferecer uma parcela dessa solidariedade onde quer que possamos contribuir”.

A ONG Open Arms, a Cooperativa Ecoo Revolução Solar e os demais participantes estão promovendo essa iniciativa, que busca destacar ainda mais a rejeição global ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos EUA a Cuba.

Em uma recente conversa com a Prensa Latina, Camps afirmou que “esperamos entregar pessoalmente todo o material fotovoltaico para garantir que, no mínimo, a unidade de terapia intensiva do hospital possa atender recém-nascidos e a população vulnerável que necessita de assistência médica”.

Fonte: Prensa Latina

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