Como todos os anos, Cuba celebra o Dia da África (25 de maio), uma oportunidade para refletir sobre o progresso e as transformações ocorridas no continente africano, a história da independência nacional, as agendas de desenvolvimento econômico e os obstáculos que ainda persistem.
A origem desta celebração remonta a 25 de maio de 1963, quando 32 líderes de Estados africanos se reuniram em Addis Abeba, Etiópia, para formar a Organização da Unidade Africana (OUA), hoje União Africana (UA).
Em relação à programação de atividades, Rosalie Kama Niamayoua, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da República do Congo em Cuba e Decana do Grupo de Embaixadores Africanos credenciados em Havana, especificou que as comemorações serão adaptadas à conjuntura econômica atual de Cuba.
“Esta data é muito importante, pois simboliza a transição dos países colonizados para a independência e a reunificação de todos eles, para que a África possa trilhar o mesmo caminho e falar uma só língua”, observou o diplomata, mencionando que este ano estão planejadas atividades de meditação e intercâmbio.
