O 28º Colóquio Vozes da República destacou, em seu dia de abertura, a oratória e o anti-imperialismo do Comandante-em-Chefe Fidel Castro Ruz, bem como a convergência de sua ideologia com a do Herói Nacional José Martí.
O evento, organizado pela filial Sancti Spíritus da Sociedade Cultural José Martí e o único do gênero em Cuba, continua a se consolidar como um fórum vital para a reflexão sobre o período de 1902 a 1958.
“É impossível falar em Fidel sem mencionar Martí”, enfatizou a Dra. Araceli María Rivera, professora da Universidade Carlos Rafael Rodríguez de Cienfuegos, que, juntamente com Azul Gabriela González, deu a palestra na abertura.
Os dois são os cubanos mais universais, e suas vidas e obras a serviço da nação fizeram com se tornassem figuras atemporais e eternas.
No ano em que se comemora o centenário de nascimento do líder histórico da Revolução Cubana, ambas as acadêmicas revisitaram a infância e a adolescência do filho de Birán, quanto pensava em seu país, e como conseguiu transformar as palavras em uma arma indispensável de luta, assim como fizera o Apóstolo da Independência Cubana, José Marti.
O Herói Nacional, com sua abordagem mais idealista, sonhadora e poética, contrastava com Fidel, que era mais pragmático, embora não menos belo ou artístico, pois era, sem dúvida, um mestre da oratória, enfatizou.
Mais de 30 trabalhos de professores, pesquisadores e estudantes de Havana, Artemisa, Cienfuegos, Camagüey e da província anfitriã convergiram para o evento, que também foi dedicado ao município de Cabaiguán e às instituições criadas durante a República neocolonial, que proporcionaram uma experiência importante para outros centros durante a era revolucionária.
Fonte: ACN
