O Comitê “Mãos Fora de Cuba” dos EUA, composto por mais de 50 organizações, sindicatos, grupos políticos e figuras proeminentes, reafirmou sua solidariedade com a Ilha em meio à crescente agressão do governo Donald Trump.
Membros do grupo de solidariedade na região de Los Angeles instaram a suspender os planos de ações contra a nação caribenha e manter visível o apoio ao povo cubano neste momento. “Estamos coordenando diversos protestos em várias cidades em defesa do povo cubano. É hora de reconhecer tudo o que Cuba fez pelo mundo”, comentou Mark Friedman.
A maioria dos americanos se opõe a uma guerra dos EUA contra Cuba, assim como se opõe à atual guerra contra o Irã. “Cabe a nós canalizar esse sentimento, organizá-lo e dar-lhe voz”, enfatizou a convocação.
No fim de semana, a organização pacifista CodePink alertou que o presidente Trump está intensificando as tensões com Cuba de forma imprudente e se prepara para uma possível ação militar contra a nação caribenha. “Precisamos parar essa loucura”, disse o grupo em uma publicação nas redes sociais. Os cubanos, e não os políticos de Washington, nem os fanáticos de Miami, devem decidir o futuro de Cuba.
CodePink rejeitou a acusação do Departamento de Justiça contra o líder cubano Raúl Castro, “enquanto (Trump) intensifica o bloqueio brutal e se prepara para uma invasão”.
A organização instou os eleitores a falar com seus respectivos representantes no Congresso dos EUA para que votem “Sim” às Resoluções sobre Poderes de Guerra no intuito de impedir ações militares não autorizadas contra Cuba.
Fonte: Prensa Latina
