O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, condenaram recente anúncio do Departamento de Estado dos EUA sobre a inclusão de novas entidades, executivos e funcionários cubanos em suas listas de sanções.
Em uma publicação na rede social X, Díaz-Canel descreveu as medidas como unilaterais e reafirmou a posição do governo cubano contra a política de Washington:
“Os algozes parecem ter escolhido as quintas-feiras para publicar suas listas negras com os nomes de pessoas e instituições cujo único crime é servir a #Cuba, confrontando o #BloqueioGenocida. Saberemos resistir e vencer. E os EUA estarão na vergonhosa lista de genocidas”, declarou o presidente.
Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, denunciou que as ações impostas pelo governo dos EUA visam deliberadamente prejudicar a economia cubana e impedir a prestação de serviços básicos à população.
Rodríguez enfatizou o impacto dessas medidas sobre o abastecimento básico do país, observando que as restrições afetam diretamente o transporte de contêineres com alimentos, medicamentos e suprimentos médicos. Esses suprimentos são adquiridos principalmente por micro, pequenas e médias empresas do setor privado.
Da mesma forma, criticou a decisão de sancionar diretores e funcionários do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), organização que há mais de sessenta anos promove relações amistosas, justiça e paz internacionalmente.
As autoridades cubanas concluíram suas declarações reiterando que, apesar do endurecimento do bloqueio e das pressões financeiras, a nação manterá sua linha de resistência.
