A Rede de Solidariedade e a Operação Missão Milagre em El Salvador destacou na sexta-feira o 63º aniversário da cooperação médica cubana e homenageou os mais de 600 mil profissionais de saúde cubanos que atuaram em 165 países.
Em comunicado, ambas as organizações ressaltaram que os profissionais cubanos realizaram seu trabalho por mais de seis décadas, alcançando regiões remotas e de difícil acesso.
O texto recorda que os médicos cubanos foram, em muitos casos, os primeiros a atender comunidades indígenas e populações isoladas, compartilhando alimentos, medicamentos e condições de vida com os habitantes.
Referindo-se à Operação Milagre Cuba-El Salvador (2006-2019), o documento especifica que ela beneficiou cerca de 50 mil salvadorenhos de diversos setores sociais, sem distinção de posição política, ideológica, religiosa, cultural ou econômica.
O comunicado destaca que a cooperação médica cubana constitui uma expressão de solidariedade internacional que não conhece fronteiras e enfatiza a criação de faculdades de medicina no exterior e da Escola Latino-Americana de Medicina, iniciativas promovidas para formar profissionais dos setores mais desfavorecidos do mundo.
Por meio do documento, ambas as organizações exigiram que os Estados Unidos cessassem imediatamente a perseguição ao internacionalismo médico cubano e pediram o fim do bloqueio de petróleo imposto unilateralmente pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump, bem como das recentes medidas impostas contra a União Cuba-Petróleo (Cupet) em 11 de junho de 2026.
A Rede de Solidariedade e a Operação Missão Milagre destacaram o trabalho humanitário dos profissionais de saúde cubanos classificando-os como portadores de esperança e solidariedade pela assistência que prestam há décadas a milhões de pessoas em diversas regiões do mundo.
Fonte: Prensa Latina
