Durante um evento organizado pelo partido Poder ao Povo, prosseguiram em Roma os preparativos para a segunda Caravana Europeia em apoio a Cuba, que chegará à Ilha em 22 de abril.
De acordo com um artigo publicado no site do jornal Contropiano, o evento, realizado no Centro Comunitário Macchia Rossa, no bairro de Magliana, forneceu informações sobre a campanha de arrecadação de medicamentos, equipamentos médicos e outros suprimentos para apoiar o povo cubano.
A ativista Giulia Caló, coordenadora nacional do Poder ai Povo, apresentou um relatório sobre os resultados da primeira Caravana Europeia, que viajou para o país caribenho em meados de março e do qual participaram mais de 100 representantes de diversas forças políticas, sociais, juvenis e trabalhistas.
O propósito da nova iniciativa de solidariedade é dar continuidade às ações que visam “romper o bloqueio dos EUA e restituir, ao menos em parte, a solidariedade que Cuba sempre ofereceu ao mundo, demonstrando que é uma alternativa necessária a um sistema global marcado pela barbárie”.
“Estamos levando medicamentos e fundos arrecadados nos últimos meses, reafirmando que Cuba não está sozinha e continuará a ter nosso apoio diante do imperialismo mais violento, que busca subjugá-la”, ressalta a convocação.
Segundo os organizadores, os participantes deste novo projeto sob o lema “Cuba não está sozinha”, devem passar 10 dias em Cuba. Eles serão recebidos em 22 de abril na sede do Instituto Cubano de Amizade com os Povos (ICAP), em Havana, e participarão em diversas atividades.
Em 23 de abril, partirão de avião para Santiago de Cuba para entregar suprimentos a centros de saúde em diversas comunidades daquela província oriental, bem como em Granma e Guantánamo. Visitarão essas províncias até 29 de abril, quando embarcarão no Trem dos Povos de volta a Havana para participar das comemorações pelo 1º de Maio.
“Por meio do princípio revolucionário de médicos, não bombas, Cuba nos ensina a importância do internacionalismo entre os povos”, representando também “uma história de luta e resistência”. Portanto, “respondamos ao bloqueio com solidariedade”, acrescentou a fonte.
Fonte: Prensa Latina
